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O modelo previu taxas de detecção da síndrome de Down para a seleção da translucência nucal em gestações gemelares.

OBJETIVO:
Para estimar a taxa de detecção de síndrome de Down de translucência nucal triagem (NT) em gêmeos quando feto risco específico permite entre-feto correlação NT.
MÉTODOS:
O coeficiente de correlação entre feto de log NT, em múltiplos da mediana (MoM), foi estimada a partir de uma série de 977 gêmeos não afetados digitalizados em um único centro. Os resultados foram expressos em múltiplos da mediana normal usando uma curva derivada da 515 não afectadas gestações simples a um mesmo centro. Um resultado de rastreio foi classificado como positivo se o risco de, pelo menos, um feto ultrapassado o ponto de corte. As taxas de detecção foram estimados para um fixo 1-5% taxa de falso-positivo, em diferentes semanas de gestação, separadamente para cálculo de risco, utilizando um algoritmo que tem em conta entre feto correlação NT ou não.
RESULTADOS:
O coeficiente de correlação de gravidezes não afetadas foi de 0,43 (P <0,0001) e com previsão de 0,23 e 0,11 em gêmeos discordantes e concordantes. Ao fim de 12 semanas de gestação, o modelo previu uma taxa de detecção de 3% taxa de falso positivo foi de 68% quando entre feto-correlação não é levada em conta, aumentando para 73% quando ela é aplicada. De modo semelhante, para outras taxas de falsos positivos e as semanas de gestação, houve um aumento previsto de 4-6% na detecção.
CONCLUSÃO:
Utilizando um algoritmo específico do feto risco de síndrome de Down leva a um aumento de valor na detecção.

Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/?term=%22Model+predicted+Down+syndrome+detection+rates+for+nuchal+translucency+screening+in+twin+pregnancies.%22



Texto Original

OBJECTIVE:
To estimate the Down syndrome detection rate for nuchal translucency (NT) screening in twins when fetus-specific risk allows for between-fetus NT correlation.
METHODS:
The between-fetus correlation coefficient of log NT, in multiples of the median (MoM), was estimated from a series of 977 unaffected twins scanned at a single centre. Results were expressed in multiples of the normal median using a curve derived from 515 unaffected singleton pregnancies at the same centre. A screening result was classified as positive if the risk for at least one fetus exceeded the cut-off. Detection rates were estimated for a fixed 1-5% false-positive rate, at different gestational weeks, separately for risk calculation using an algorithm which takes account of between-fetus NT correlation or not.
RESULTS:
The correlation coefficient in unaffected pregnancies was 0.43 (P < 0.0001) and estimated to be 0.23 and 0.11 in discordant and concordant twins. At 12 weeks of gestation, the model predicted detection rate for a 3% false-positive rate was 68% when between-fetus correlation is not taken into account, increasing to 73% when it is applied. Similarly, for other false-positive rates and gestational weeks there was a predicted 4-6% increase in detection.
CONCLUSION:
Using a fetus-specific Down syndrome risk algorithm leads to a worthwhile increase in detection.

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